terça-feira, 12 de junho de 2012

Namoro? Só se for aventureiro



Afinal para que serve um namorado? Ou mudando a pergunta, o que um namorado faz? Paparicar, transar, gruda em ti, finge que não vê mais a bunda da gostosa (sim, ele é não cego só porque está namorando) , tenta amenizar o ciúmes da mãe dele de ti e, na melhor das hipóteses, vai ficar só contigo. 
Por esses tempos todo mundo me pergunta “tu não pensa em namorar de novo?” e chovem pedido de namoro de meninos desesperados (sim, quando a gente menos quer, mais eles insistem). 

Claro que penso. Quando eu encontrar alguém parceiro suficiente que não me “modifique” para ficar ele.
Alguém que me tire o ar e que tope as mais loucas aventuras. E dai se eu quiser saltar de paraquedas, ir em 6 festas na mesma noite, viajar pela África de mochila, escalar o Everest ou fazer competição de quem bebe mais? Tem que topar, não ter tempo ruim, não permitir rotinas. Eu não tenho medo de nada e nenhum tipo de frescura. O dia que eu encontrar alguém assim, juro que me entrego de corpo e alma. Sem ciúmes, sem briguinhas bobas. 
Como os casais de hoje em dia são complicados. Tenho certo preconceito com pessoas cheias de "não me toque" que fazem greve, birrinha e pirraça. Desconfio seriamente de pessoas que passam mais tempo em DR (discutindo a relação) do que transando. Ah, desconfio mesmo.

E sinceridade? Essa é difícil, hein. Me diz, qual o problema de achar uma garota gostosa e comentar com a namorada? Qual o problema de achar a bunda do vizinho perfeita (mulheres olham para bundas, sim)? Eu não sou a mulher mais linda do mundo, nem a mais perfeita e não quero um mentiroso interesseiro repetindo isso no meu ouvido para me agradar, muito menos que eu tenha que dizer isso para ele. Fale que sou louca, atrapalhada e até me dê apelidos fofos, mas não invente coisas que depois de 4 anos, nunca mais serão ditas (e você sabia desde o começo que eram puro interesse em agradar). 

Amar não é ser cego e achar aquela a pessoa mais linda do mundo. É continuar achando o Cristiano Ronaldo um Deus grego, o colega um pedaço de mal caminho e mesmo assim querer ficar só o ser amado. 
Desculpa ai, mas amor que é amor, não corta tuas asas, mas voa contigo.

domingo, 8 de abril de 2012

Sempre na contramão: ela escolheu o jornalismo

Dinheiro, fama e sucesso. O trio tão sonhado na hora de escolher uma profissão. Desde que se entende por gente, aquela menina metida e um tanto quanto “bicho do mato”, na época, dizia que queria fazer a tal da faculdade e trabalhar e ganhar muito dinheiro. Ninguém botava fé naquela marrenta, mimada. Alguns parentes (aquelas tias fofoqueiras) comentavam “tomara que seja bonita, dai casa com um homem rico e escapa da lavoura”.

Os pais, por sua vez, a viam como uma capacidade genial e já a imaginavam nas melhores universidades e com um futuro diferente do deles. Ela pouco ligava. Só que algo chamou atenção dos pais e dos avós naquela pequena falante, desde muito cedo, ela tinha encanto por revistas. Sim, revistas. De todos os tamanhos, formatos e cores.

A mãe, na época com pouco mais de 20 anos, fazia plantão nas portas das escolas para ganhar revistinhas que sobravam para distrair o bebê de pouco mais de um ano. Nem bonecas, nem bolas, nem doces. Ela tinha coleção de gibis. “Eu vou ter um quarto cheio de revistinhas quando eu crescer” dizia orgulhosa ao pai, com menos de 5 anos. Ela mal lia, mas infernizava a vida dos pais para que lhe dissessem que letras bonitas eram aquelas. Com poucos meses na escola, já lia perfeitamente e devorava mais e mais livrinhos coloridos e revistas do Menino Maluquinho , da turma da Mônica, Ciência é hoje...

Aos 12 anos, seu pai e grande ídolo, disse que ela deveria ser repórter, de tão falante e ela gosta da ideia. Dizia aos quatro cantos que queria ser “jornaleira”, sim, para ela o jornaleiro é que fazia o jornal. Na mente dela e dos pais, se passava uma profissão de glamour e holofotes.

17 anos e um ano de curso, foram suficientes para que comentassem “você poderia escolher qualquer curso, por que jornalismo?”. Seu pai votava na medicina, a mãe na administração e a vó na pedagogia. Mesmo com a decepção ao descobrir o piso salarial e com a falta de ética descoberta logo cedo, no primeiro emprego, ela nunca conseguiu se ver sem aquela droga viciante, do tal jornalismo. Nada lhe daria a possibilidade de conhecer tudo àquilo que ela sempre teve curiosidade, muito menos descobrir que ela a nada temia. E, enfim, ela tinha um quarto cheio de revistas e a casa inteira com aqueles folhetos brilhantes de todos tamanhos, espalhados. Enfim ela se via “jornaleira”, ela não só tinha o queria como aprenderá a fazer e dinheiro nenhum no mundo paga isso.

Aquela menina marrenta, de seus 3,4 anos, estaria orgulhosa...
(e colocando defeitos em todas as revistas, com certeza...)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Nem todo gato é pardo

Homem é um bicho estranho. E, não, a culpa não é deles. É nossa. Coitados, andam tão perdidos. Essa inversão do papel da mulher (diga-se de passagem, que virou putaria) deixou a situação deles uma bagunça. E, claro, quem sofre em última instancia? A gente, mulherada. Eles não sabem mais o que querem. Se chegam, podem levar fora. Se não chegam, são lerdos. Se chegam na amiga da gatinha, é falta de originalidade (isso se a amiga não agarrar). Se a guria chega, tem atitude ou é puta? Se levam a sério, elas pisam. Se não levam, elas imploram. E todas choram e falam muito. E tudo isso e ao contrário. 


Sem falar, que hoje tudo tem que ser na base do toque, pois tem tanta gata que é gatO. Também, pudera, tamanho é o Caos na cabeça deles, que já tem Ronaldinho trocando de time... E dai, nem a gente sabe mais o que fazer... E que mulher não fica na dúvida se os gatinhos eram pretendentes ou namorados? Eu já não sei mais, confesso. 


Consequência disso tudooo é caras em grupinhos de homens, zuando e tirando sarro da mulherada, mas na hora de chegar... Ixiii, não largam o copo e os amigos (ou namorados, já não sei) e os que chegam (80% das vezes) já vêm cheios de dedos/mãos (e doidos para levar uma na cara também) e tomados de oitavas intenções. Acha que é assim? Por causa dessas vadiazinhas sem personalidade eles desaprenderam a tratar uma mulher. 


Claro, para vocês é fácil, qualquer areto é já tão gozando, qualquer punhetinha já tá bom. Gozando tá na conta? Pegando tá na conta? E, novamente, a culpa não é de vocês. É desse bando de mulher (se é que posso chamar assim) que não sabe o que quer e, muito menos se conhecer suficiente para se respeitar e dá nisso: O ciclo se repete. Cafajeste. Vadia. Menino legal. Menina burra. Cafajeste. Vadia. 


Tem suas exceções, mas esse já é outro texto...

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

De dona de casa a princesa de luxo: Minha independência



O título resume o que tenho vivido. Para quem não sabe, já que a tempos não dou as caras para falar da minha vida, venho trocando tudo de lugar na minha vida, desde meados do ano passado e apenas consegui finalizar a transformação em 2012. Sim, agora sou independente. Moro sozinha (numa cidade 100 vezes maior do que a que morava), voltei a dirigir, trabalho no que eu sempre quis, faço o curso que eu amo e ainda mil e uma atividades que eu sempre quis fazer.


Agora eu posso. Inglês, espanhol, academia, dança, as melhores festas, as melhores viagens. Modéstia a parte conquistei a vida por mim tão desejada e que é o sonho de toda jovem da minha idade (e até mais velhas). Amigos incríveis, festas maravilhosas (e geralmente mais que uma por noite e por final de semana), as bebidas mais caras, os melhores e maiores presentes. (Sem falar que esse ano, enfim conhecerei a Europa). Contatos, trabalho e amigos, me renderam isso. E NÃO. Não existe nada que eu queira e não tenha e nem nada a que eu posso reclamar. Dos meus pais ao meu emprego, tudo é incrível e como eu sempre quis.


Então, lendo isso, muitas pessoas vão me achar A CONVENCIDA e outras ainda se perguntar “Mas como eu não consegui? É tão fácil assim?” e foi por isso que eu resolvi escrever esse texto. Por que a maioria dos jovens que eu conheço são tão conformados com o que tem e com a papai e a mamãe do lado, que não percebem que só não tem tudo o que querem, por que em momento algum tiveram coragem de ir atrás disso.


Eu lavo, passo, limpo, cozinho. Estou tendo que superar meu jeito atrapalhado e arregaçar as mangas, todos os dias. Ainda assim, caminho 16 quadras até meu emprego (32 por turno, é só calcular). Divido-me em mil para dar conta de tudo e ainda sobrar tempo de fazer boas leituras e bons comentários. Tenho que ter boas notas na universidade, por que sou bolsista e, também, por que faço questão de poder concorrer a vagas de bolsas para pós graduação. Cada prêmio que eu conquisto, me rendeu noites sem dormir, muitos miojos, barras de chocolate, café, energético e até vodka.  Desfiz-me de amigos falsos, de gente arrogante, amores meia-boca, cargos políticos e coisas do gênero que a grande maioria prefere manter, por que é “mais fácil”.


Vivo correndo para não perder o ônibus, enlouquecendo taxistas, motoristas e quase sendo atropelada de tão distraída que sou. Para quem morou 20 anos em um lugar que passa um carro a cada hora, uma cidade como Santa Cruz é uma selva. E mesmo assim, eu não abro mão de nada que tenho e se for preciso, arrumo mais trabalhos extras e lavo e passo mais ainda. Não tenho medo da realidade, muito menos de encarar a vida. E deu certo, posso dizer que com 21 anos, tenho absolutamente TUDO QUE EU QUERO e, melhor, DO JEITO QUE EU QUERO. 


Se você ai fica se lamentando e se mordendo, acorda para a vida, as oportunidades estão ai, só basta você ter um pouquinho de boa vontade e levantar essa bunda da frente desse computador enquanto a mamãe prepara o jantar... 
Ou morra se lamentando, também, a escolha é sua ;)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Descanse em Paz


Demorei em criar coragem de escrever esse texto, afinal ninguém gosta de falar sobre funerais. A morte não é, e nunca será, algo fácil de lidar. E quando foi suicídio, a história fica ainda mais difícil. Ninguém gosta de admitir “o fulano se matou”. 


Desde pequena, lembro-me da minha vó me cutucando e sussurrando algo do tipo “não fala isso, é feio, foi deus quem levou ele”. Bom, sendo Deus que levou, só pode ser algo bom, ele jamais tiraria de mim algo que me é necessário. 


Mas foi suicídio sim, apesar de boa parte da “população” ainda não saber disso. As pessoas me cobram, me cobram muito, como se eu fosse a culpada, em partes, por deixar ele ir. Mas eu sou humana e não consigo viver com meias verdades, então desisti de esperar e deixei que ele se matasse da minha vida e levasse com ele toda magoa que eu sentia. Não consigo explicar se isso foi bom ou ruim, e não cabe a mim esse tipo de juízo. Fiz o certo, o que deveria ser feito. Cada um que responda pelos seus atos.


Passado as lágrimas do velório e a dor quase insuportável de vê-lo sendo sepultado (mesmo que cercada de inúmeros abraços),  a vida tem que continuar. Afinal, eu ESTOU VIVA e eu quero viver. Não é por que alguém se suicidou da minha vida, que preciso ficar o resto dos meus dias choramingando ao redor do caixão (a essas horas já decomposto por vermes e engolido pela terra).


E o pior é que as pessoas que acreditam que foi morte “normal”, vêm me cobrar pela espera da ressureição. Não caiu a ficha ainda? Não há como desenterrar alguém que está a sete palmos do chão. Eu cortei a corda inúmeras vezes, desengatilhei a arma, escondi os remédios e até dobrei a dose de paciência. Mas ele resolveu tomar o tal do veneno do orgulho, e contra esse eu já não podia fazer nada senão vê-lo morrer. 


Agora ele morreu, já o vi sendo enterrado e as essas alturas só restam parasitas ao redor do seu corpo. Deixem seu corpo em paz e mais, deixem a minha alma em paz. A escolha da morte foi dele, não minha. Descanse em paz amor! Descanse... E me deixe viver.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Pessoas certinhas demais

Hoje eu vou contar uma historinha um tanto quanto diferente. Sabe aquelas pessoas que parecem perfeitas (ou melhor, se dizem perfeitas) e ficam se fazendo de santinhas por ai? Pois é, o mundo tá cheio delas, mas desde que não pisem no meu calo, tudo bem, agora quando cruzam o meu caminho me cobrando coisas que elas não fazem, a coisa muda de figura. Essa história é só mais uma entre tantas, mas eu não posso deixar de dividir com vocês.


Era uma vez um jovenzinho muito astuto. De longe ele parecia chato, mas de perto ele era muito legal. Chegando mais perto poderia ver que ele se intitulava uma pessoa muito certa, centrada e daquelas que você pode confiar de olhos fechados e, eu confiei.  Passa-se alguns meses, e você começa a se surpreender de tão “certinho” que o jovenzinho é. 
Sabe aquelas pessoas que não saem sozinhas nunca para a namorada não desconfiar, que não faz nada pensando no que a outra pessoa ira pensar? Sim, o menininho era sim. Chegava ser forçado, pois se nos seus atos não havia maldade por que deixar de fazê-los?


E aquela “certissice” toda, começa a irritar as pessoas que amam o senhor certinho. Por que ele começa a cobrar delas as mesmas coisas: Não faça isso, não faça aquilo, o tempo todo. E mesmo você sabendo ele está errado, as pessoas cedem um pouco, afinal ele é tão certinho mesmo... Você deixa de fazer coisas que sempre gostou (e que não tinha nada demais), você tem bem mais chances que ele de sair, de se divertir, tem bem mais amigos, mas abre mão de boa parte da “sua vidinha de luxo” para tentar ficar à altura do senhor certinho. 


Sinceridade o senhor certinho não suportava. Afinal, por mais obvia fosse à conversa, como só ele era o certinho, a outra pessoa estaria sempre mentindo. Ele nunca mente. E muitas pessoas se afastam do senhor certinho, outras choram por ele, algumas até tenho pena, por que sofreram mais que as outras (aquelas pessoas que lhe viram crescer), e ele só trata com perfeição aqueles que só conhece nas noites de copos de cerveja e mesas de bar.


Esse é o senhor certinho. Essa é toda perfeição dele. Tudo que ele sempre cobrou e nunca foi feito a ele, ele fez. Ele mentiu, por que de trabalhar, um copo de cerveja e um amigo, para beber, farrear, dançar e muitas amigAs, tem muita diferença. E esquecer todos os dias o celular em algum lugar também é comum nessas pessoas certinhas. Sem falar que pessoas certinhas são preconceituosas, elas odeiam amizades como o sexo oposto, mas claro só quando for com outras pessoas, por que elas podem tudo. São certinhas.
E são dias e dias em que os certinhos te infernizam. Você é a víbora, o veneno, a cobra pecadora. E o certinho é o que? Ah É O CERTINHO. Ele nem sai com você mais, para não se contaminar.


Nunca acreditem em difamação de certinhos, não se entristeçam por calunia da boca de um deles, pois, tudo que o certinho pregava, tudo que ele mais odiava, julgava errado e inadmissível, ele fazia, ele fez. O certinho, por quem eu botava minha mão no fogo, deixou meu braço em carne viva...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Homens nunca crescem

Já dizem por ai que mulher não precisa ter filho para ter que criar um, basta arrumar um namorado ou marido. Se você costuma pensar que seu namorado, marido ou amante tem atitudes infantis, fique tranquila (não vai adiantar surtar mesmo :P): ELES NUNCA AMADURECEM. E não pense que é só com você, pois é só conversar com uma, duas, 10, 20 mulheres, que se percebe que o homem pode ter 10, 30 ou 80 anos que algumas atitudes serão sempre iguais, são elas:


1 – Os homens jamais, em hipótese alguma, vão tolerar uma traição. Ser corno para eles é uma ofensa tão alta como ser chamado de viado, sendo hétero. Bem por isso, costumam ser mais possessivos.
2 – Nunca vão admitir que a mulher tenha mais experiência que ele (vale p/tudo: em outros relacionamentos, na cama, sobre o assunto preferido dele). 
3 – Por mais gostosa que você seja, e por mais sexy que esteja se é o jogo do timão dele que tá passando, ele nem vai te enxergar a menos que para pedir “traz a cerveja”.
4 – Por mais que eles peçam para você ser sincera, não seja. Omita, se for o caso, eles não gostam de ouvir críticas. 
5 - Por mais que eles pareçam muito interessados, grande parte é mentira. Eles apenas estão tentando ser gentis para ganhar alguma coisa em troca.
6 - Homens odeiam admitir que você tomou a iniciativa, mas adoram ver você correndo atrás deles. E quando você desiste, eles se manifestam.
7 – Eles sempre vão olhar para bunda alheia, por mais gata seja a mulher que está ao lado dele. A bunda da vizinha é sempre mais gostosa que a de casa (reaproveitando o ditado da grama)
8 – Não importa que você faça de tudo na cama, beba todas e ame futebol, ele sempre verá defeitos e você nunca irá substituir os amigos de sábado.
9 – Discutir a relação não é um compromisso semanal para eles, alias, eles ouvem só os primeiros minutos, por isso se vocês quiser conversar, pelo amor de Deus, seja mais objetiva. Eles odeiam também que você fique mandando mensagens e ligando quando ele ficou de ligar e esqueceu.
10 – Homem adora, ama, ama de paixão mulher safada, mas só na cama, pois para ter do lado deles, elas devem se parecer com santas. Vale a regra “na sociedade uma dama, prostituta na cama”.


Se você tiver tudo isso em casa, lembre-se que qualquer semelhança não é mera coincidência. Comente com a gente. 


*Esse ranking foi elaborado com a participação (direta e indireta) de várias mulheres, de várias idades e com diversos relacionamentos. Antes mesmo de ele ser concluído, várias atitudes foram sendo confirmadas com conversas paralelas com o sexo oposto. E, acredite, eu presenciei nesta semana a mesma crise de ciúmes que meu avô teve com a minha avó, com meu namorado, 40 anos mais novo que ele. Acreditem, eles nunca mudam.
Agradecimento especial a Camila Fritz, Jéssica Sanson e Lindiara Hagemmann, que participaram diretamente.
Também a Carolina Junqueira, Carolina Oliveira, Tati (que não sei o sobrenome), minha mãe, minha avó...hahah

sábado, 10 de dezembro de 2011

A filha da puta COVARDIA

Não tem nada que me dê mais desprezo por alguém que atos covardes. Sejam contra bichinhos, contra crianças, idosos, mulheres... Enfim, as mais diversas atrocidades cometidas por esse ser imperdoável.
Tenho pena de gente assim, muita pena. São pessoas fracas de caráter, que não conseguem tomar posturas firmes, nem resolver seus problemas sozinhos. São pessoas fracas, mesquinhas que fazem as coisas sem pensar nos seus atos.
Até ai, tudo clichê, tudo comum, o mundo é feito de muitos covardes, mas o que faz a ficha despencar na sua frente é saber que tem pessoas que são covardes com si mesmas, tem medo de amar, medo de viver de verdade. E isso é bem frequente, tanto que nos últimos anos o número de suicídios e de problemas psicológicos multiplicou.
A pior de todas as covardias é essa. Não tem nada que mais demonstre fraqueza do que desistir das coisas, desistir da vida. Abrir mão do que te feliz, por ser mais fácil desistir. Fico com uma puta indignação de gente assim e tenho vontade de bater na cara deles. Mas vão TOMAR NO CU, seus medrozinhos de meia tigela.
SEJA HOMEM!
SEJA MULHER!
Encarrem seus problemas de frente, resolvam a vida de vocês, DESCOMPLIQUE. Acha que fugir resolve algo? Acha que adiar e deixar as coisas por isso mesmo, vai fazer sua situação melhorar? Passar os teus próprios problemas para os demais vai resolvê-los? Caiam na real, ABRAM OS OLHOS e aprendam com a vida, COVARDIA NUNCA RESOLVEU PROBLEMA, SEUS COVARDES.

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