terça-feira, 20 de julho de 2010

Novas possibilidades

Está semana iniciei treinamento para trabalhar no censo 2010. Mesmo com todos que me cercam falando: "Você já possue mil atividades menina"; "Não dará conta", eu não resisti a possibilidade de aprendizado e de um salário extra. 
Primeiro concurso público da minha vida e atingi o segundo lugar (fiquei orgulhosa de mim mesma,confesso). Agora é hora de treinamento. Estou adorando. Tem sido divertido e um tanto diferente da minha rotina comum. São vídeos, dinâmicas, leituras, debates. Deixei a imprensa, a faculdade e os cursos de lado. No treinamento tudo tem sido mais leve. Aprendi bastante sobre o Brasil e finalmente aprendi o que é o tal do Logradouro (espaço público como praças, ruas, avenidas).
Outro ponto bastante interessante, foi descobrir que os moradores de rua não são recenseados. Então, teoricamente, eles não pertecem ao Brasil? Eles não são cidadãos?
Com muitas curiosidades na mente e uma imensa vontade de aprender, o treinamento para recenseadores, tem me feito muito bem. A turma, por sinal, é divertida e as supervisoras são amigas minhas (me sinto em casa :P)
O treinamento termina na sexta e a prova, que determinará quem realmente "vai a campo", acontece no sábado. Espero ser classificada. Aprenderei muito e, sinceramente, o salário, pelo tempo trabalhado, é razoavelmente bom.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Instinto

Mate minha vontade. Sugue os meus princípios. Esqueça do meu amanhã.  Trate de mim hoje. Cuide dos meus desejos. Traga minha realidade. Tire-me do sonho. Destrua minha moral. Acabe com meus planos. Realize-me. Envolva-me hoje. Sequestre-me do tempo. Entenda-me agora.
Poupe-me dos seus preceitos. Não quero seus conceitos. To nem ai pra suas verdades. To nem ai para as minhas verdades. Eu quero é o momento. Quero o sacramento. O sacrifício. O extremo. O intenso. O pra sempre no agora. E quero agora. AGORA.
Sacie-me. Deixe-me embriagada. Deixe-me extasiada. Eu quero o meu tempo. Meu tempo bom. Só meu e no ímpeto instante. Acredite nada mais importa amanhã. Depois eu me preocupo. O abalo é para os fracos. A vida é para os ousados. Eu quero do meu jeito. E quero agora, repito. Deixe meus pecados. Revele-os mais ainda. Me intrigue. Me instigue. Me revele. Me descubra. Me cubra. Me solte. Me libere.
Destino meu. Faça-me flutuar por entre noites e abismos. Me consuma no tempo agora. E a ti, já não mais pretenso. Sou do momento. Fúria, das minhas vontades. Castelo dos meus desejos. Revolta do tempo passado. Covardia dos dias perdidos. Coragem dos dias vividos.
Me permita, contagiarei. Me afague, contemplarei. Me liberte e te dominarei.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Aventuras de estagiária

Parar em velório por acaso. Ser assediada por político. Ficar plantada dentro de um carro, em estrada de chão. Namorar sem saber. Receber indiretas e “encaradas” de servidores terceirizados.  Atolar em trechos de lama por uma boa fotografia. Para alguns, isto parece cena de filme, para outros atividades que já ocorreram, para aqueles que me conhecem “aventuras de Vivi”.  Imagine, porém, todas essas atividades em uma única tarde. Imaginou? Então acrescente muitas responsabilidades, uma cidadezinha do interior e uma pitada de comédia.  A estagiária aqui viveu tudo isso na tarde de hoje.
 
O expediente tinha a pouco começado e todos voltavam do almoço. Eu e meus dois queridos colegas nos organizávamos para as atividades que estariam por vir. Nesta tarde eu deveria sair para acompanhar o andamento nas obras do município, junto do prefeito e do vice. Com mais de uma hora de atraso e sem poder levar meu colega comigo (que, segundo os boatos dos moradores do grande Novo Cabrais, é meu namorado) eu já previ como seria aquela tarde. Logo no carro, prefeito e vice, me importunaram com os insistentes comentários do meu namoro e riam sem parar das minhas respostas (confesso que foi engraçado mesmo).
 
Em nossa primeira parada, na construção de uma quadra coberta, os funcionários me assistem com olhares curiosos e, após a foto que produzi, comentam algo a meu respeito que não consegui ouvir claramente. Apenas recordo do prefeito respondendo: “Não olhem muito, ela é comprometida”. Eu ri da situação. A segunda parada foi por necessidade, na casa do prefeito para ele localizar algo (não lembro o nome do que ele precisava) e por “incrível” permanecemos ali por mais de 30 minutos devido a um eleitor tagarela. A caminho do próximo ponto, após ligação feita para meus chefes, fui informada que iríamos a um velório de conhecidos deles. Mudança de planos e eu, de carona, “adorei” perder mais de uma hora da tarde dentro de um carro, esperando meus “queridos” chefes se despedirem do defunto, como eles disseram (depois descobri de quem se tratava).
 
Entediada e após quase esgotar a minha lista de contatos “Vip” em ligações para passar o tempo, seguimos em direção a outra localidade do interior. Pra minha surpresa era a localidade que eu moro (Cortado, pra quem não sabe) e isso não estava nos meus planos. O objetivo era fiscalização de serviços, assuntos do prefeito, entre outras paradas para solucionar, conversar ou comentar coisas com alguém. Já eram quase quatro horas da tarde e, diga-se de passagem, eu tinha apenas uma das fotos que precisava (até pensei em tirar uma do velório, pra registrar presença :P).
 
Lá pela (já não sei o número da parada) estacionamos no posto de gasolina local e enquanto prefeito e vice conversavam com alguns cidadãos (depois descobri que se tratavam de um vereador de outro município e alguns “puxa-sacos” dele) eu aproveitei para conversar com duas amigas que trabalhavam por lá. Como sempre dei boas risadas. Ao ver que meus chefes se aproximaram do carro, me dirigi até lá e fui “surpreendida” após estender a mão para cumprimentar um dos caras, que me puxou e passou dos “três beijinhos” e me abraçou e continuou falando abraçado...Folgadooo que só ele, descobri que se tratava do tal vereador, cabo eleitoral de um deputado, chato e feio, pra ressaltar. Além de mim ele tentou a mesma “aproximação” com uma das minhas amigas.
 
Quase final de expediente, já em outra localidade, quase cai e, atolei na lama para conseguir uma foto interessante para minha reportagem e para posterior fiscalização da obra – uma ponte. Os operários, terceirizados, de outra cidade, me engoliram com os olhos como se não vissem mulher alguma a mais de meses. Pra ridicularizar ainda mais a cena o vice-prefeito brinca: “Vivi não vai cair aí de cima. Dai os meninos terão que te ajuntar”, imediatamente, percebi olhares maldosos com a expressão “pode cair” e sussurros entre os dois mais próximos. Depois, prefeito comentou comigo que eles não eram dali e dormiam em uma escola abandonada ali por perto. Pelos olhares de “seca” deles fiquei imaginando o que seria naquela noite, das pobres vaquinhas que pastavam ali por perto.
 
Pra encerrar a jornada, em cima do laço, ainda fotografei outra obra, mais próxima do local de trabalho. Nesta um dos funcionários saiu com a frase “eu tenho até medo dessa câmera” e outro menino que não disfarçava os olhares, respondeu “Ainda bem que é da câmera”. Novamente, meninos/homens (feios e com cara de mongos por sinal). Após essa foto, prefeito concluiu que eu não poderia sair sem “guarda-costas” nessa época de tarados, quer dizer terceirizados para as obras do município. Retornei para meu local de trabalho, que já tinha alguns muitos recados, e todos já riam por algum motivo (de mim). 
Fotos tiradas, risadas dadas, defunto velado, compromissos e recados dados. 
Mais uma vez o dia foi salvo pela comédia dos meus dias.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Monologo de EU

Quem? Eu?












Já tentei me descrever. Já tentei saber quem sou. Por muito tempo me perguntei “De onde eu vim?” “Para onde vou?”. Seria impossível, ou não, eu chegar a um consenso que me definisse me resumisse e eu chegasse a Me descobrir e assim compreender o mundo? Já diziam os grandes filósofos, mas vale a pergunta do que a resposta e, se a vida é uma busca contínua de perguntas sem respostas, comprovo que sou uma incógnita.

 Se penso, logo existo. Se existo é porque sinto então aquilo que sou não se defini mais se sente, sem explicação e nem tão simples assim. Mas, se o impossível é uma questão de pensamento, eu me desafio e me arrisco a dizer quem sou, pois palavras não me limitam mas são reflexo do pensamento, exprimem sentimento e onde existe o sentimento EU AQUI ESTOU.
 
Apresento, a quem quiser conhecer, 

à jovem que vos fala:
 

Sempre quis poder voar. Confesso ter medo de altura, mas meus medos nunca me impediram de realizar algo e, aliás, eu sonho tão alto. Nunca me contentei com pequenos sonhos e muito menos em ver e ter o que todo mundo enxerga e já possui. Sempre quis ser diferente, optei por caminhos nunca percorridos e vivo a experimentar o novo, o desconhecido, a estranheza. Chocolate com pimenta, sorvete de menta. O diferente, o oposto, o doce com salgado, o silêncio com o ruído ensurdecedor (nem que seja o da minha própria consciência). Não gosto de negativismo e pessoas com muito pé no chão. Quem não crê, não sonha e quem não sonha NÃO VIVE. Tudo é possível se você acreditar em si mesmo e, se auto-conhecer o suficiente para saber o que realmente quer e como por em prática, aprendi isso quando ainda era criança (se é que já deixei de ser). 
 
Com os meus amigos, eu adoto o estilo Pink e Cérebro “O que faremos essa noite? Dominar o mundo” e eles bem sabem do que eu estou falando, nunca fizemos por desmerecer. O mundo é nosso enquanto formos espertos o suficiente para sabermos disso.
Para os meus pais, eu dedico a minha vida, tudo que eu sou, tudo que me tornei. São a razão de quase tudo e o meu maior orgulho. As pessoas mais incríveis do mundo.
 

Vício? Eu tenho muitos. Chocolate. Energético. Chocolate. Buffy:a caça vampiros. Chocolate. Ficar correndo e saltitando para ter a sensação de vôo. Chocolate. Ficar falando besteira para ver os outros sorrirem. E, é claro, chocolate. (PS: Além de outros que acrescento a cada dia, ou somem e reaparecem num passe de mágica).
 

Do amor eu nada espero. Nele eu apenas vivo. Eu nunca irei de compreendê-lo, mas respeito-o e sinto-o como se fosse meus últimos segundos de respiração. Amor pela vida, principalmente, e por tudo que nela encontro. Amor por mim, pelos demais. Amor de diversas formas, tamanhos e manifestações. Amor que me faz sonhar, acordar, repousar e saltitar. Sentir prazer, ofegar, se embriagar, enlouquecer. Mas sempre um amor sincero, puro e brincalhão, como o do coração de uma criança.
 

Sou apaixonada por desafios. E felizmente, ou não, não aprendi a desistir. Sofro muito por compaixão e choro em ver cenas cruéis. Sinto dó, pena, raiva e medo. Tenho vontade de mudar o mundo. E, acredite, eu ainda vou montar uma revolução.
Sinceridade acima de tudo. Não sei mentir, não sei iludir, muito menos enganar. Pra mim não basta viver é preciso contracenar com o texto certo, viver o próprio personagem.
 

Já me denominaram louca, distraída e até retardada. Metida, irresponsável e exagerada, também. Já tive tempos de Emo, Paty, revoltada, hippie e até incrédula. Quando mais eu cresço, mais percebo que sou tudo isso e ao mesmo tempo nada disso. Sou a evolução do meu passado e a esperança do meu futuro no reflexo de alguém do tempo presente.
 

Sei que sou metamorfose, inconstante, desalinhada. Desajeitada, atrapalhada. Não creio mudar a ponto de assim deixar de ser e nem quero, sinceramente. Sei que vejo longe e enxergo coisas que os outros não vêem. Sou única e exclusiva e ao mesmo tempo apenas uma garota. Não uma garota normal, porque normalidade lembra monotonia que lembra tédio que dispenso dos meus dias, mas uma peça comum, que, nem sempre se encaixa no quebra-cabeça. Alguém que mais do que respirar, falar e existir: Vive!
Prazer. Viviane Moura.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Eu amo brindes e amostras grátis...

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Movimento o mundo...

Pelo menos o meu mundo!
Feliz pelo resultado positivo que o Dia do Desafio causou "no meu mundo" estou produzindo uma fotonovela sobre a data, na qual fui organizadora na minha cidade (Novo Cabrais, pra quem não sabe). Não sei se foi legal, mas para quem participou por aqui tem que admitir que, foi no mínimo, interessante. 

Aguardem e deêm boas risadas dos flagras fotográficos que fiz da galera e do resultado com a produção da "historinha" que estou confabulando por aqui... 

Energia positiva

É incrível! Quanto mais eu cresço mais amo a vida, o mundo, as pessoas. Por mais raiva que eu sinta, por mais brigas que eu compre eu não consigo odiar ninguém.  Eu realmente acredito num mundo diferente e sei que FAÇO A DIFERENÇA. E, para mim, não existem pessoas boas ou más, o que existe são sentimentos, circunstâncias, aprendizado. Não há como definir, não há como julgar é tudo uma questão de olhar. Não consigo fazer mal a ninguém, o máximo que faço e ignorar atos ruins à mim e nos olhos da maioria dos que me “irritam” eu vejo sentimento - seja ele de admiração, carinho ou até inveja – acredito que a inveja é admiração disfarçada, afinal, ninguém inveja o ruim. Sei que pareço louca e com ideias aparentemente anormais, mas... Mas seja pra quem for, seja onde eu estiver: energia positiva é o que quero transmitir.

Com toda essa “vibe” que me toma hoje e em 99% dos meus dias –afinal eu sou humana e também perco a linha, eu posto em seguida uma música que completa as ideias que tento transmitir.

Não consigo odiar ninguém
Para ouvir

Não quero seduzir teu coração turista
não quero te vender o meu ponto de vista
eu tive um sonho e há muito não sonhava
lembranças do futuro que a gente imaginava
nem sempre foi assim, outro mundo é possível
pode até ser o fim mas será que é inevitável?

não vá dizer que eu estou ficando louco
só por que não consigo odiar ninguém
do goleiro ao centroavante
do juiz ao presidente
eu não consigo odiar ninguém

o tempo parou feito fotografia
amarelou tudo que não se movia
o tempo passou, claro que passaria
como passam as vontades que voltam no outro dia

não vá dizer que eu estou ficando louco
só por que não consigo odiar ninguém
do goleiro ao centroavante
do juiz ao presidente
eu não consigo odiar ninguém

eu tive um sonho, o mesmo do outro dia
lembranças do futuro que a gente merecia

não vá dizer que eu estou ficando louco
só por que não consigo odiar ninguém
do zagueiro ao centroavante
do juiz ao presidente

eu não consigo odiar ninguém 


Engenheiros do Hawaii 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

E no meio do caminho tinha uma pedra...e eu deixe ela lá e segui saltitante

Vai por mim, fique longe de pessoas chatas, elas não te acrescentam em nada. E pessoa chata que falo, não é aquele professor que fica te cobrando trabalhos, teus pais cobrando responsabilidades ou o amigo que não topou ir pra balada naquela final de semana. Chatos são todos aqueles que atrapalham o sorriso, que servem de obstáculos em sua jornada apenas por orgulho, ambição ou simples vontade de atrapalhar. Afff... Essas pedras no caminho. E são tantas no meu. De longe elas parecem tão lindas, brilhantes (amigos, como se fosse uma ajuda), mas, basta se aproximar pra ver que não passam de simples pedras – chatas, pesadas, mesquinhas e provavelmente interesseiras. Se conheces pessoas assim, se afaste delas!
Quanto mais você subir, mais caminhar, mas irá encontrar. Elas estão lá, te esperando, aguardando teu próximo deslize ou erro qualquer pra te “apedrejar em praça pública”(isso é mais fácil quando se trabalha em setor público :P)  ou simplesmente tentar ofuscar o teu brilho. Pois acredite, a maioria delas sabe o quão importante você é para algo ou alguém e o quão bem faz um sorriso teu. No começo dá raiva. E muita. Mas a raiva atrapalha teu rendimento, causa baixo astral e se contínua poderá causar algumas rugas e cabelos brancos. Pensando nisso, aprendi a controlá-la e, em pouco mais de alguns minutos, ela se perde. E, venhamos e convenhamos, eu sou bem melhor de bem com a vida e você também, nós todos. Alegre, contente, saltitante. Uma menina leal, divertida e com os olhos brilhantes de uma sonhadora. No que me acrescenta um blábláblá infinito desses pedregulhos miseráveis?! Não dê papo pra elas ou elas vão te atormentar a te tornar mais fraco e usarão tudo que você falar contra você. É, realmente, você fica posto como em um tribunal e ainda tem o ato de “apedrejar” (lembra?).
Um julgamento. Mas quem está sendo julgado mesmo? Quem cometeu um crime ou alguma atrocidade? Se você não fez nada de errado e está normalmente bem, IGNORE, CORRA, FUJA de pessoas assim (essas pedras, saca?). Quem são elas pra te julgar? E, se você não fez nada demais, corre o risco de ficar se perguntando “Será que errei?”, “O que foi que fiz?” e perder tempo em uma reflexão em vã. FUJA. SAIA IMEDIATAMENTE, não dê espaço para elas entrarem em sua vida. É um peso desnecessário.
Tempo em vão, palavras soltas e supérfluas, pedras que parecem jóias, mas você bem sabe que são apenas pedrinhas. Ah, falando em pedrinhas... Lembre que elas são apenas isso, mas se você der “corda” elas vão crescer, crescer e se tornar um “pedrãooo” e nenhum de um nós precisa desses problemas gigantes rolando por ai, né? Deixem-nas no cantinho delas, elas vão se sentir tão insignificantes que nem serão notadas, podem até desaparecer. E nos mais, tem tanta coisa pra ser feita, tanto do belo do mundo pra se apreciado e de outros problemas para serem resolvidos, não vamos perder tempo com essas coisinhas feias. E para os chatos de plantão que me apreciam irritada e adoooram tentar me reduzir e invejar a felicidade alheia: Fiquem beeem longe de mim, pois não tenho tempo pra vocês... Ser feliz já me consome muito;). 

Este texto foi escrito em 18 de maio, em momentos de raiva pelas coisas que estavam acontecendo comigo. Exatamente hoje eu comprovei que tinha razão e deixei as "pedrinhas" a ver navios.

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