sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ensaio Raquel Ludtke

As fotos da Raquel tem valor sentimental para mim, foi durante este ensaio que nasceu nossa amizade e nele que eu tentava relaxar depois de um problemão na vida pessoal.
As fotos dela foram feitas em 6 locais diversos, entre eles O Witeck de Novo Cabrais, Aqueduto de Candelária e dois cemitérios da localidade de Cortado - um deles, inclusive, histórico. (Macabro, não? Mas ficou legal, admite).

Curiosidades à parte, as fotos desta jovem me renderam bastante elogios e a ela também. Confiram.








sábado, 14 de maio de 2011

Ensaio Nastácia Quoos

Loira de olhos azuis, Nastácia foi uma das primeiras meninas que fotografei. Suas fotos foram feitas em 2009. Fotogênica, criativa, sensível e impulsiva são palavras que compoem as fotos dessa loira.

Não tenho muitas fotos deste tempo. Perdi algumas quando formatei meu pc. Não reparem os erros de enquadramento, eu ainda estava aprendendo. Foi meu começo, mas foi bem válido e valeu pela beleza da Nas e do Witeck.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Ensaio Daiane da Rosa

Sensualidade, ousadia, criatividade e muito charme. Nisso se resume um ensaio com Daiane Lara da Rosa, 20 anos. A morena, de Novo Cabrais, é dona da Loja Moda Pink. Daia já posou para lentes de outros fotógrafos e não se intimida frente às câmeras.
A jovem foi fotografada em um ferro velho e nem as artimanhas do local impediram que a bela pudesse dar o melhor de si. Simulou assentos invisíveis, se apoiou em estruturas não seguras e se sujou inúmeras vezes. Tudo pelo profissionalismo. Sem falar, nos olhares curiosos de quem ali passava. Mas, também, não tem como não olhar, tem?










 


sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ensaio Marindia Rios

 Gargalhadas, pulos, conversas descontraídas, naturalidade. Nisso se baseia um ensaio fotográfico com Marindia Rios. Extrovertida, bem humorada e bastante disposta ela é capaz de topar as loucuras desta fotografa aqui. Fotos dela, sem dúvida, é sinônimo de festa e descontração.

A jovem, de 18 anos, foi fotografada no final de 2010 no parque Witeck, em Novo Cabrais. De olhos castanhos, tem 57 kg distribuídos em 1,70 de altura. Marindia foi a representante de Novo Cabrais nos concursos de Beleza Musa do Sol e Broto Cristal das Águas, de 2011. Essa foi a modelo da semana.






quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ser ou não ser solteira

Detalhe para não me meter em encrenca que eu não sou. É apenas uma discussão.

E fique bem claro, que o solteira a qual me refiro é o nome dado a relação com alguém, seja ela em qualquer estância desde que com “periodicidade” e comprometimento mínimo entre ambos – ficante, pequete fixo, namorado, noivo, marido, relacionamentos alternativos... (simples nomenclaturas que se encaixa no mesmo no fim das contas). O caso é “Ser ou não ser” (o grande clichê no quesito existência). 

Algumas meninas reclamam que sentem falta da solteirice, outras não vêem a hora de desencalhar. Eu fico no meio desse dilema (sendo bombardeada por lamúrias de amigas o tempo todo) e, portanto, resolvi escrever a respeito. 


Confesso de depois da primeira experiência frustrada e da retomada ao ser “solteira” nada parece ser melhor. Pela primeira vez você sente o verdadeiro gosto de uma festa, bons amigos (os parceiros nesse caso), boas bebidas e muita farra. E não estou falando em “afogar as magoas” e sim de ser livre de novo, se livrar daquela mala que implicava com suas roupas, suas manias e te levava pra sair só quando não tinha o futebolzinho ou o sono sagrado.
 

Ah a solteirice. Os esquentas com as amigos, as baladas de meio de semana, os gatinhos do ônibus, da escola, do trabalho, do outro lado da rua e do prédio vizinho (Uhu). O céu é o limite. Independente de sair para dançar, para pegar ou apenas para beber, a festa é garantida. Nada de brigas, nada de intrigas.
 

Do outro lado, aquele alguém que você ama (ou pensa, ou finge que ama) e todas as infinitas promessas de carinhos (caretices à parte). A estabilidade. O corpinho certo para transar sempre, o cobertor de inverno, o colo mais aconchegante e o beijo mais sincero. O amigo mais companheiro que você já teve.
 

Conheço vários casos, provei dos dois extremos e não amiga, NÃO ADIANTA, vocês sempre reclamam de tudo, mas na verdade os dois lados tem vantagens e desvantagens. Na verdade, realmente, concordo com os homens é IMPOSSIVEL entender as mulheres (eu não entendo também camarada). Mas o cara que não existe proporcional a essas necessidades diversas e malucas das mulheres modernas, me arrisco a dizer seria aquele bem parceirão, que mesmo te tratando e te fazendo única te leva para as melhores baladas, as melhores festas, te dá os maiores porres (sim, ele te embriaga). Deixa que você dance com todos os amigos dele e sim, você sai sem ele também e com ele e com tudo junto e misturado. Você leva a maior vida badalada de solteira com o pequeno detalhe, de uma bolsa mala (de preferência querido, inteligente e bonitão) de mão.
 

Bom, enquanto eu continuo pensando nessa mutação dos dois extremos, meninas solteiras vão correndo por bar pra próxima festa e meninas “casadas” vão lá aproveitar o cobertor de orelha, já que o friozinho está chegando.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Acredite se quiser

Sou vadia, mentirosa e interesseira. Faço intrigas, provoco brigas, arrumo encrenca. Já tentei derrubar um prédio, matar pessoas e estuprar um garotinho, também. Calma gente, não sou uma pervertida, ninfomaníaca, mercenária, transtornada e psicopata, só estou revoltada.
 
Me irrito muito quando dou o melhor de mim, tento ser a pessoa mais sincera e transparente do mundo e simplesmente, não acreditam em mim. É triste ver tanta falsidade no mundo, gente mesquinha e superficial (frase clichê, mas verídica), mas eu já me acostumei com tudo isso, pelo menos na grande parte do tempo. O que não suporto e me deixa profundamente irada é quando você é capaz de admitir seus erros, falar o que pensa e sente abertamente e, simplesmente, pensarem que você está de “conversinha” ou querendo algo em troca com o assunto. Conversinha? Ah ta, vou lá discutir a invisível celulite das fotos da Angelina Jolie, talvez alguém acredite em mim. 

 
Não se percebe que meus olhos são sinceros? Que não haveria motivos para eu mentir em coisas tão imbecis? Não haveria lucro algum, nem vantagem. Aliás, mentiras apenas atraem vantagens passageiras, acredito. Daí você percorre caminhos, encontra pessoas, se decepciona com várias (para não disser a maioria), mas a vida continua e você sempre volta a acreditar em alguém. É uma necessidade humana. Então quanto você acha que está tudo bem... TCHARAM, parabéns, você foi premiado com titulo de sem credibilidade. E tudo por quê? Porque teve a perigosa, arriscada e macabra decisão de falar a verdade. As palavras são um perigo.

 
Agora, claro, se você não coloca fé nessas palavras, volte à primeira frase deste texto... E, depois, CORRA!




Ah, sim hoje eu estou com TPM. "Perigo" "Perigo"

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Essa tal paixão pela fotografia

“Fotografia nada mais é do que um cálculo onde as variáveis de  soma são luz e criatividade, elevadas a paixão daquele momento”. Lucas Barbosa

Já de anos que me entreguei a ela. Meu olhar capta a todo momento cenas que poderiam virar lembranças com a arte de escrever com a luz. Criativa, impulsiva, nada discreta e mirabolante eu vivo a perambular em busca dos melhores ângulos, cores e movimentos.
Crítica, analista, detalhista, perfeccionista e mais um monte de ista... não possui preconceitos no olhar. Ele é puro e intenso. Corpos, olhares e gestos me encantam. Sensualidade, selvageria e explicites, também. Vejo arte por arte e nela me perco e me encontro. 
A partir de hoje, pretendo dividir com vocês um pouco do meu trabalho, também encontrado no perfil 1 e 2 do orkut, twitter e em coluna em dois jornais da região. Apreciem sem moderação ;)

As primeiras fotos são do ensaio de Rafaela Schoenfeldt.

Fotografada em duas etapas, entre janeiro e fevereiro, foi a primeira vez que a jovem posou para as lentes de um fotógrafo. A escolha por ela para inaugurar o espaço se deve ao fato dela completar 15 anos neste sábado, 16.

Bastante expressiva, Rafaela mostrou que leva "jeito pra coisa". Perfeita para fotos publicitárias e encartes. Ela é capaz de chorar em frente as lentes. Fotogênica, loira natural, magérrima e com uma manchinha no nariz que é um charme (se assemelha a um piercing) a jovem tem tudo para seguir na carreira - eu apoio :D.
























Obs.: Os posts serão feitos de acordo com a publicação feita em um dos jornais do qual tenho espaço para fotografia. Assim sendo, os leitores poderam acessar nesse espaço as imagens não divulgadas e coloridas (jornal em PB)

terça-feira, 22 de março de 2011

Quando se fica deprimida...

Imagem: www.sxc.hu
Que mania das pessoas de tentar me entender, de querer saber o que eu tenho e por onde ando. No fundo, eu até gosto desta preocupação, mas não é isso que quero, pelo menos não só o que eu preciso em dias, como o de hoje. Estou irritada, sabe? Triste e deprimida. Sei que isso é estranho em mim. Não costumo andar calada, sem vontades e ideias mirabolantes, mas também sou humana. Tenho esse direito.
Tento problemas como qualquer ser humano e me desafio dia após dia para dar o melhor de mim. Sempre com um sorriso no rosto, sempre julgando fácil o impossível. Esse é meu jeito, mas é humano que eu me sinta debilitada, que eu pare para chorar de vez em quando. Afinal de tantos mil sorrisos, preciso me fortalecer para mantê-los e nem sempre tenho esta força. De vez em quando, preciso renová-la.
Poxa, eu sou uma menina de seus 20 anos e com muitas coisas, querendo me encontrar. Com medos e curiosidades e quando tudo parece acontecer ao mesmo tempo e esse mesmo tempo te pressiona por escolhas, você desaba. Sim, eu também choro, apesar de parecer forte. E fico sem vontade alguma para coisa qualquer. Só quero um quarto escuro, um travesseiro que agüente meu choro e me desligar do mundo.
Você está deprimida. Tudo parece confuso. Tem medo do seu próximo tombo de moto. Não se sente reconhecida e realizada no local de trabalho. Os sintomas que está manifestando indicam uma possível doença e possíveis tratamentos (que possivelmente odiarei). Você se pergunta quem são seus amigos e se aquela pessoa, que você tanto gosta, ainda te faz feliz. Precisa de pautas, muita criatividade e uma dose extra de tempo. Apavorada, controla o desespero e tenta mascará-lo com a calma e a tranquilidade – coisas que aqueles que te conhecem, sabem que é anormal da sua rotina.
Ainda assim as pessoas te fazem perguntas absurdas como “Você está grávida?” coisas que ouve a meses, devido aos sintomas semelhantes – tontura e náuseas. Outros simplesmente te olham com cara de curiosidade, como se tentassem adivinhar o que se passa na minha mente para espalhar o mais novo boato. E ainda assim, não tenho o direito de ficar assim? Irritada, triste, desanimada?
Sei que hoje estou dramática – e, confesso, até eu estranho – e sei também, que no novo dia já estarei no meu normal. Mas das poucas vezes, que me encontro neste estado... Não, eu não preciso de médicos, de pessoas me paparicando e perguntas tolas.  Preciso é apenas um abraço. Daqueles tão fortes e grandes que caibam o mundo. E que nele eu chore e seja reconfortada. O abraço que não ganhei... e, era TUDO que eu precisava.

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